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  <title>Imber</title>
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  <description>Imber - SAPO Blogs</description>
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    <title>Imber</title>
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  <pubDate>Sun, 29 Apr 2012 13:27:13 GMT</pubDate>
  <title>Uma quadra imagem</title>
  <author>imber</author>
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  <description>&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&quot;É incrível como a beleza pode ser também a morte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; Está no seu instinto, na sua natureza&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; Não faz parte de opções, escolhas ou falta de sorte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; É sim a sua existência, a morte gentileza&quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://photography.nationalgeographic.com/wallpaper/photography/photos/underwater-oddities/box-jellyfish-doubilet/&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://images.nationalgeographic.com/wpf/media-live/photos/000/184/cache/box-jellyfish-doubilet_18492_990x742.jpg&quot; alt=&quot;boxJellifish&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;375&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Photograph by David Doubilet, National Geographic&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>poema</category>
  <category>imagem</category>
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  <pubDate>Mon, 23 Apr 2012 17:29:56 GMT</pubDate>
  <title>Castelos de Cartas</title>
  <author>imber</author>
  <link>http://imber.blogs.sapo.pt/6911.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Todos temos os nossos gostos estranhos, as nossas capacidades mais aleatórias e uma das minhas é gostar de fazer castelos de cartas. E até que tenho jeito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É simples, é só colocar duas cartas em forma de cone, mais duas ao lado, uma carta deitada por cima das duas e repetir o procedimento vezes sem conta até que se consiga o que se quer, que independentemente do tamanho, é um belo castelo de cartas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas fazer castelos de cartas é mais que uma actividade que requer paciência e calma, é uma actividade de onde se pode tirar uma valente lição de vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira coisa que se aprende, é que é com cartas já usadas que se fazem os melhores castelos, mais sólidos, pois assim os cantos já estão um pouco gastos e causam mais fricção, seguram-se melhor uns aos outros e não deslizam tão facilmente. Tal como na vida, já que a experiência de vida faz com que não se deslize tão facilmente nos mesmo erros, quando já temos algum calo na arte de viver, quando já se errou e não se volta a cometer o mesmo erro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num castelo de cartas, uma base sólida, forte e que não esteja prestes a descambar é essencial, já que tudo o resto vai ser suportado por esta, tal como, uma vez mais, a vida. Na vida, tal como Maslow propôs na sua pirâmide, os diversos tipos de necessidades são o que nos guia pela vida, e faltando o mais básico, não é fácil, senão mesmo impossível, atingir o topo de forma sólida e completa, logo deve-se sempre começar por baixo, e tentar preencher o básico antes de partir para horizontes mais altos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/photos/laneanenee/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;saportelink&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B34096b17/11490054_ROrHm.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;375&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/photos/laneanenee/&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;http://www.flickr.com/photos/laneanenee/&lt;wbr /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem já tentou fazer um castelo de cartas, certamente já se deparou com o problema principal: a meio do castelo, as cartas deslizam umas nas outras, e caem, desfazem-se partes do castelo, normalmente de lado, e normalmente também nunca faz com que tudo o que foi construído caia, só mesmo parte dele. Que nos diz isto? Que na vida, tal como nesse caso do castelo de cartas, certamente irão haver coisas para nos pôr abaixo, mas é nosso dever, nossa responsabilidade, tentar outra vez e reconstruir o que foi afectado, não desistir de chegar ao topo pois quando tiver tudo construído será uma bela e feliz vida, como um castelo de cartas completo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Posso ser louco por olhar um castelo de cartas de tal forma, mas certamente que quando estão completos, ficam majestosos, e certamente que quando levada de uma maneira correcta, a vida é também ela magestosa.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>actividades</category>
  <category>pensamentos</category>
  <category>baralho</category>
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  <pubDate>Sat, 10 Mar 2012 15:05:15 GMT</pubDate>
  <title>O que aprendi de algo que nada tem para ensinar</title>
  <author>imber</author>
  <link>http://imber.blogs.sapo.pt/6553.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Era de noite, tinha acabado de fazer porcaria - para variar - e conduzia para casa, sozinho, pensativo, no entanto com a companhia mais comum de todos os tempos de um condutor, o rádio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estação, não me lembro, o conteúdo? O relato do jogo Sporting CP - Manchester City FC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é que o meu gosto por futebol seja tão grande que quisesse saber ao segundo como se passava o jogo através da voz frenética dos comentadores mas, aquela estação era a detentora de melhor qualidade de sinal logo mereceu ficar ligada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portanto, e para quebrar a solidão, pus-me a analisar, de forma pessoal (ou seja, olhando para o não visível, tentado ler nas entrelinhas) o porquê de tal resultado (que no momento estava a 1 bola marcada pelo Sporting CP contra 0 bolas marcadas pelo Manchester City FC) uma vez que lembrei-me que tal era pouco provável de acordo com declarações dos &quot;especialistas em futebol&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foram-se passando segundos, minutos, kilómetros de estrada até que, com o auxílio do que iam relatando no rádio, a conclusão era fácil de obter.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Sporting CP não tinha o favoritismo, não tinha um passado recente muito favorável e estava com problemas, mas tinha algo que foi a causa da vitória, em parte, excluindo toda a técnica e profissionalismo que possa existir: o controlo emocional e a confiança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira parte do jogo fora marcada pela ausência de golos válidos, mas foi também marcada pela visível confiança da equipa do Sporting CP, que, obviamente resultou num espanto por parte do Manchester City FC, que ficou reticente sobre como uma equipa em tal estado, com o histórico que tinha, fundos financeiros, qualidade táctica e similares podia estar tão confiante perante um jogo daquela importância. O que é certo, é que o Sporting CP dominou o jogo, pela excelente confiança que traziam e &quot;amedrontou&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a confiança não pode ser em vão, senão pode acontecer o contrário, estar-se demasiado confiante em algo que não vale a pena tanta &quot;confiança&quot;. É aí que entra o factor mais importante encontrado na equipa que posteriormente levou a melhor da partida: o controlo emocional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é fácil para uma equipa com o status actual, jogar com uma equipa de status aparentemente superior sem se &quot;amedrontar&quot; e perecer ao medo. Este foi o trunfo da equipa da casa, que durante todo o jogo, antes e depois de marcar o golo da vitória, mostrou um controlo emocional exuberante, tendo depois deixando isso um pouco de lado, e entrando em dificuldades, o que elevou a notória importância do controlo emocional nestes casos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=o1iqt676l6CBBom8564i&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc908f723/10527731_c7Z9d.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;332&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Por &lt;/span&gt;&lt;a style=&quot;font-size: xx-small;&quot; title=&quot;http://www.flickr.com/photos/artbandito/&quot; href=&quot;http://www.flickr.com/photos/artbandito/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Artbandito&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acabado o jogo, não a viagem, eis que aprendia eu um ensinamento com um jogo de futebol, um insólito no meu processo de aprendizagem. Aprendia que, não importa a contingência, o quão inferior perante algo se está, mas que, com um controlo correcto emocional (o que, com emoções fortes se torna muito difícil, não impossível) e uma confiança q.b., qualquer obstáculo pode ser ultrapassado.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://imber.blogs.sapo.pt/6553.html</comments>
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  <category>pessoal</category>
  <category>pensamentos</category>
  <category>liberdade</category>
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  <pubDate>Sat, 03 Mar 2012 12:00:49 GMT</pubDate>
  <title>Mais 17% de vida</title>
  <author>imber</author>
  <link>http://imber.blogs.sapo.pt/6178.html</link>
  <description>&lt;p&gt;De forma saudável, devemos dormir entre 7 a 10 horas, dependendo da saúde, do esforço que se realizou, da idade e de muitas outras variáveis que fazem o nosso sono uma necessidade com prazer completamente necessária à nossa sobrevivência, tal como a necessidade de alimentação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No mundo actual e desenvolvido, dormir é já considerado um prazer, não uma necessidade, o que faz de outra necessidade algo que nos dá gosto, para acrescentar a todas as outras que nos transmitem alívio, prazer, bem-estar, e o que faz de nós animais profundamente evoluídos, pois até no sono, necessário, temos prazer de realizar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E já as palavras de ordem que mobilizaram os operários de Chicago, que trazem a Maio sempre um significado especial, eram as de reivindicar 8 horas de trabalho, 8 horas de sono, 8 horas de estudo ou lazer, o que, obviamente até aos dias de hoje, num horário médio ou lá perto, continua actual. E nem os 30 minutos diários a mais alteram isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que me leva a pensar: tenho mais 17% de vida que os demais humanos, já que devo dormir perto de 4h, num dia luxuosamente presente de sono, coisa que é, actualmente, mais rara que uma nota de 500€ numa carteira de um português. Acontece que começo a ficar imune ao sono, não o sinto, tenho mais tempo para pensar, viver com os meus erros e pensamentos sobre eles, mais tempo para ser azucrinado com as razões da falta de sono, mais tempo para lazer talvez, mas mais tempo para estar acordado simplesmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Começo a ter horas a mais de vida, a sofrer do típico &quot;Que vou fazer agora?&quot;, a pensar que dormir deve ser mesmo um problema, que devia talvez contactar um especialista pois isto há-de ter consequencias cerebrais, penso eu que.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=AK5LENEONpOJQI7vewM3&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Be5078e42/10470319_OGBfI.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já revejo filmes, tenho tempo para ler os livros que sempre quis ler, tenho tempo para fazer exercício físico (se bem que é uma opção pouco viável a um corpo que dorme pouco mais de um par de horas), já sei os anúncios todos das televendas da madrugada na TV, já tenho até tempo para escrever posts, algo incrível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas preferia dormir, não ter tanto tempo, continuar a dormir metade de um dia para que tenha menos tempo para estar a pensar, no que me levaria a dormir tanto, preferia não me sentir imune a tal coisa, deitar-me confortavelmente e deixar as pálpebras taparem os olhos e isso resultar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenho 17% em média de vida a mais, não lhe chamo vida pois não é por &quot;viver&quot; que não durmo, mas definitivamente adorava ideias para o que fazer com este tempo, já que nenhuma actividade me ocupa o cérebro, aquilo que realmente me inimiga.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>cerebral</category>
  <category>dormir</category>
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  <pubDate>Sat, 03 Mar 2012 00:40:48 GMT</pubDate>
  <title>2 canecas de música, 2 minutos de chá</title>
  <author>imber</author>
  <link>http://imber.blogs.sapo.pt/5978.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Há alturas do dia em que estás a fazer algo e sentes uma vontade enorme de ouvir uma música, de sentir cada batida daquele som, por mais pequeno que seja, que queres colocar o som a repetir-se inúmeras vezes e por fim sentires-te realizado/a.&lt;br /&gt;Provavelmente sentes também uma vontade enorme de &quot;abanar o capacete&quot;, de te mexeres enquanto pensas que realmente sabes dançar, ou...  de procurar os supressores de baboseiras auditivas - os auscultadores - e ouvires esse som na tua paz e tranquilidade, pensares enquanto o ouves e sentes, relaxares e poderes dizer que estás, oficialmente e sem qualquer outra actividade, a ouvir música.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estes momentos são necessários, são aquilo que nos faz pensar que realmente precisamos de música na vida, que ela também compõe o nosso lar, lar doce lar, aquele que temos para nós, criado mentalmente e que pode até nem depender de nada material, mas que é sempre acompanhado de um som especial, ou da ausência desse mesmo som.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E porque uma melodia não tem de durar muito tempo...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/fevWXMgfllk&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Rob Zombie, &quot;100 Ways&quot; do albúm Educated Horses, com a participação de Scott Humphrey&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>música</category>
  <category>lazer</category>
  <category>pensamentos</category>
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  <pubDate>Thu, 02 Feb 2012 00:09:31 GMT</pubDate>
  <title>O momento #1</title>
  <author>imber</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=GtUUvYUqgB881zjREk0n&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B64077e89/10144458_VrzzQ.jpeg&quot; alt=&quot;derivadasEintegrais&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;282&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;&quot;Pure mathematics is, in its way, the poetry of logical ideas.&quot;&lt;/em&gt; - Albert Einstein&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>imagem</category>
  <category>matemática</category>
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  <pubDate>Wed, 01 Feb 2012 00:20:10 GMT</pubDate>
  <title>Estado de (Des)Graça</title>
  <author>imber</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=keF5LwKrWkE4KQrUmfBv&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ba207ab23/10139957_tSCFD.jpeg&quot; alt=&quot;001&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=qS0mAwCBrmA2crMGlSve&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B940793b0/10139961_3TUHA.jpeg&quot; alt=&quot;002&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=ZRz73LOTWSg643GsoODJ&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B8c07085d/10139966_Kq4QV.jpeg&quot; alt=&quot;003&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=6NHw44FQWB1uhL3wLmUD&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bff07a797/10139972_7prm3.gif&quot; alt=&quot;004&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=r6mcUbzOtKgGLKVAMaRB&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B4e074b2e/10139976_r2ZDg.jpeg&quot; alt=&quot;005&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=TFsePYGRzon6A064wukk&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bba07faaa/10139987_zvn1C.jpeg&quot; alt=&quot;006&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=0hLw2waIDGwLww37j6DO&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc80762d9/10139994_jZTTS.jpeg&quot; alt=&quot;007&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=MaSgzzAieMMPWWJAQGGZ&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B8f0758dc/10140000_a3ZWP.jpeg&quot; alt=&quot;009&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=CT9c4SJy6IDmvUPZdVEy&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B360789c2/10140007_gNuVE.jpeg&quot; alt=&quot;009&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=9tFb1mVWSiBMwH8123ZR&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B4b070cc0/10140011_sK4fr.jpeg&quot; alt=&quot;010&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=YGFf65p6TIsy4BzDk0eR&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bb307061d/10140016_IhEKf.jpeg&quot; alt=&quot;011&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=aodt4AnqYkbKAn6zWQZA&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bf007f879/10140020_omnAH.jpeg&quot; alt=&quot;012&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=2VaDyaORSV4ba4RyTmZT&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B4007be2f/10140027_CZ35s.jpeg&quot; alt=&quot;013&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=S6IDwzKwaMm9amHdaBPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B8507ef55/10140032_BoOf3.jpeg&quot; alt=&quot;014&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=nLvwg6W4cd3pEn2F9jmb&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B4607cfec/10140042_onzfm.jpeg&quot; alt=&quot;016&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=gF2mr3epgZ7heU6HeSbf&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1a072106/10140038_RHdCi.jpeg&quot; alt=&quot;015&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;Créditos aos vários fotógrafos pelo excelente trabalho&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porque é a rir que se paga a dívida pública&lt;/p&gt;</description>
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  <category>finanças</category>
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  <pubDate>Tue, 31 Jan 2012 00:04:23 GMT</pubDate>
  <title>Afinal até há uma lista</title>
  <author>imber</author>
  <link>http://imber.blogs.sapo.pt/4706.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Quando veio o ano novo, critiquei as listas de &quot;Em (ano) vou fazer&quot;, mas o que é certo é que realmente há aqui umas coisas a mudar. Não digo que seja uma lista para fazer em 2012, até porque é muito longo 2012, quero fazer algumas das coisas o mais rapidamente possível, e outras que durem depois de 2012, por muito tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, algumas das quais todos deveríamos fazer, os objectivos listados são basicamente acerca de mim, hábitos meus, erros meus, e mudanças de horários minhas, que obviamente serão feitas por mim, sendo que este post é mais uma lista para eu ter como referencia do que um post propriamente dito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;arial black&amp;#39;, &amp;#39;avant garde&amp;#39;;&quot;&gt;&lt;strong&gt;1- Deixar de procrastinar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das coisas que mais faço é procrastinar. É tipo um bichinho de estimação meu, um desporto quase. &quot;Amanhã faço isso, acordo cedo e trato disso logo, agora vou só ver o novo episódio de...&quot;. É irritante para mim e para os próximos a mim, sendo que na maioria das vezes, traz muita coisa má atrás da procrastinação, e em alguns casos atrasa-me algumas coisas por meses ou anos, e noutros casos perco oportunidades que nunca mais terei. Logo, procrastinar é a primeira coisa a abater ou pelo menos diminuir o mais rápido possível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;arial black&amp;#39;, &amp;#39;avant garde&amp;#39;;&quot;&gt;&lt;strong&gt;2 - Estudar mais&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde que me lembro de estar a estudar, que oiço sempre alguém a dizer-me: &quot;Uau, com as tuas capacidades conseguias tirar a nota máxima, mas tu baldas-te e não estudas e não aproveitas as tuas oportunidades!&quot;. Basta de ouvir isto. É certo que estudar é uma valente dor de cabeça se não estiver minimamente motivado para o fazer, mas é certo que, apesar de obviamente não tirar nota máxima (Todos nós parecemos génios no 3º ciclo e secundário), as notas podem realmente obter um acréscimo, um belo investimento a longo prazo, que, unido com a diminuição da procrastinagem, nem mais tempo consome.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;arial black&amp;#39;, &amp;#39;avant garde&amp;#39;;&quot;&gt;3 - Passar menos horas à frente de um computador (ou dois, ou três, ou ...)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O meu primeiro computador foi-me dado aos 7 anos, desde então lembro-me de viver com um mínimo de 5 horas diárias à frente do computador, e não para trabalhar na maioria das vezes. É certo que na altura, como estar no computador era &quot;fixe&quot;, como os RTS&apos;s eram realmente uns &quot;papa-tempo&quot;, comecei a habituar-me, comecei até a deixar de ter os meus pais a chatear-me para sair para fora de casa por um bocado e comecei a achar normal evoluir para as 10h ou mais diárias à frente de um computador. Já que a informática não é o meu ganha-pão, estar horas e horas à frente do computador não é uma necessidade. Algo a cortar, quem sabe, para tempo de estudo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Nerd.jpeg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Nerd.jpeg&quot; alt=&quot;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/12/Nerd.jpeg&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;375&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt; Por Archiboldian&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;arial black&amp;#39;, &amp;#39;avant garde&amp;#39;;&quot;&gt;4 - Comer de forma saudável&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ahahahaha. Até pareço os velhotes e os nutricionistas-não-velhotes a escrever. O que é certo é que mal como verduras, fruta nem vê-la, e sou um fã incondicional do fast food e da gastronomia portuguesa (e mediterrânica no geral) cheia de gordura animal e vegetal. Comer verduras, peixe (McFish?), fruta é algo que tem de ser adicionado à lista obrigatoriamente.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;arial black&amp;#39;, &amp;#39;avant garde&amp;#39;;&quot;&gt;5 - Fazer exercicío físico&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não é que eu precise de perder 30 kg para estar com um IMC saudável, mas não é para isso que o exercício físico serve. As horas à frente do computador não são nada saudáveis, e o facto de ser mais sedentário que as &lt;a title=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Rochas_deslizantes_de_Racetrack_Playa&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Rochas_deslizantes_de_Racetrack_Playa&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;rochas deslizantes do Vale da Morte&lt;/a&gt; é um assunto sério. Talvez começar a levar a sério alguns conselhos médicos para fazer exercício físico é um ponto de partida, nadar por gosto, correr por lazer, caminhar por vontade... eis um desafio, já que estar sentadinho é tão confortável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;arial black&amp;#39;, &amp;#39;avant garde&amp;#39;;&quot;&gt;6 - Ler mais e mais regularmente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Leio muito, pouco é realmente ler. Obviamente que estar à frente de um computador horas e horas envolve ler muitas palavras, muitos artigos, muitas legendas, muitos nomes de ficheiros e pastas, mas poucos ou nenhuns livros e revistas. Eu gosto de ler, é uma actividade calma e enriquecedora, é como alimento para o cérebro, mas pouco tempo dispenso para a leitura. Dispensar algum tempo para a leitura é também um dos objectivos que, cheira-me que vai ser facilmente conseguido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e6/Great_Books.jpg/800px-Great_Books.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e6/Great_Books.jpg/800px-Great_Books.jpg&quot; alt=&quot;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e6/Great_Books.jpg/800px-Great_Books.jpg&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;332&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Por Rdsmith4&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;arial black&amp;#39;, &amp;#39;avant garde&amp;#39;;&quot;&gt;&lt;strong&gt;7 - Realmente acordar cedo e deitar-me a horas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não fosse eu um adolescente, não fosse eu uma criatura com os horários mais desregulados da história da humanidade, com dias em que durmo 30 minutos de 2 em 2 horas para aguentar o sono, e dias em que durmo 13h seguidas, posteriormente com dias a dormir 5h ou menos. O meu cérebro não gosta disso, o meu corpo também não, e a minha cama queixa-se regularmente de nunca estar preparada para a minha chegada inesperada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;arial black&amp;#39;, &amp;#39;avant garde&amp;#39;;&quot;&gt;8 - Deixar de beber café&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cafeína é para mim o que os os espinafres são para o Popeye, excepto que não fico com super força, apenas fico saciado. Beber café é um gesto simples mas que com o tempo pode agravar-se, tornando-se um vício, nada saudável, que com a inclusão de açúcar (mais do que o normal, no meu caso) é ainda menos saudável e mais vicioso. Não é fácil livrar-me desse vício tão saboroso, mas já lá vai 1 semana sem café e a contar...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;arial black&amp;#39;, &amp;#39;avant garde&amp;#39;;&quot;&gt;9 - Deixar de roer as unhas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Missão impossível. Este é certamente o objectivo mais difícil dos listados. Provavelmente vou conseguir todos, excepto este, esta coisa que uns acham nojenta e outros acham pouco saudável e que eu classifico como um 50/50 das duas opiniões. Maltrato as unhas desde que me lembro de ter unhas, e já lá vão uns anos desde que as tenho, pequenas, roídas, feias, por vezes com a pele a sangrar por obra das roídelas. Este é certamente o mais difícil dos objectivos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=Nleoj5gYpyqcSNkZ1b27&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B6c07a80f/10136323_oFdM8.jpeg&quot; alt=&quot;StopBittingYourNails&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;375&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-small;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;a title=&quot;http://www.flickr.com/photos/duncan/ &quot; href=&quot;http://www.flickr.com/photos/duncan/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Por Duncan&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;arial black&amp;#39;, &amp;#39;avant garde&amp;#39;;&quot;&gt;10 - Escrever mais posts&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem qualquer descrição possível, já que este blog carece de posts como a Europa carece de solução financeira, sendo que só com posts destes é que vai sendo preenchido, mal concluídos e que carecem de regras de escrita ou de utilidade pública.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>pessoal</category>
  <category>2012</category>
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  <pubDate>Sun, 22 Jan 2012 17:37:26 GMT</pubDate>
  <title>O livro de caras é para meninos</title>
  <author>imber</author>
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  <description>&lt;p&gt;Obviamente que &quot;a rede social&quot; não é para meninos. É para meninos, meninas, mamãs, papás, titias, padrinhos, netos, avozinhas, &lt;span style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;pedófilos&lt;/span&gt; desconhecidos que adicionam crianças, &lt;span style=&quot;text-decoration: line-through;&quot;&gt;pitas&lt;/span&gt; crianças com menos idade que a permitida pelo ToS, e todas as outras pessoas que sejam normais e anormais. É tipo o McDonald&apos;s, toda a gente lá vai comer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O meu ponto é: aquilo é &lt;strong&gt;inútil.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se quero notícias, tenho as quantidades industriais de sites que me fornecem notícias com mais ou menos rigor e os belos &lt;a title=&quot;Google Reader&quot; href=&quot;http://gooogle.com/reader&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;feeds que eles providenciam&lt;/a&gt;; se quero jogar jogos da treta, tenho também&lt;a title=&quot;Jogos da treta&quot; href=&quot;http://bit.ly/wkjsIk&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt; imensos sites que me podem ajudar nessa missão&lt;/a&gt;; se quero conversar ou contactar alguém tenho uma coisa espectacular, mesmo muito avançada que me permite escrever mensagens, arquivar mensagens, enviar ficheiros, imagens, partilhar documentos chamada &lt;a title=&quot;Gmail&quot; href=&quot;http://gmail.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;email&lt;/a&gt;; se quero fazer chamadas, tenho algo ainda mais interessante que, apesar de estar numa decadência de uso, é extraordinário, o telemóvel, mais precisamente a função &quot;chamada&quot; e mesmo a função &quot;videochamada&quot;. Que coisa fantástica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, não, não preciso do Facebook, dos seus termos de serviço narcisistas, da sua dura e crua centralização e ligação aos EUA, do seu CEO com comportamentos nada morais, da sua política de pseudo-privacidade partilhada publicamente com tudo e todos, das suas diabólicas funções de detecção automática de rosto e similares, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Facebook é, além de tudo isso, um papa-tempo, que não para enquanto não acabarem as horas úteis, é como se fosse um site de tudo o que pode comer tempo unido, porque é.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os críticos podem dizer que o que aleguei não precisar é inferior ao facto de ter todas as funções que enumerei só num sítio, onde estou ligado a quem conheço, estando assim mais social. Mas para esses críticos gostava de dizer que, para ter o email da pessoa, o número de telemóvel e similares, realmente conheço as pessoas e não são apensas fruto de um &quot;Adicionar amigo&quot;. Logo, para essas críticas, é um ataque de pombos, sendo que posso também aglomerar tudo com o &lt;a title=&quot;POND&quot; href=&quot;http://web.pond.pt/&quot;&gt;Pond&lt;/a&gt;, que por acaso é desenvolvido em Portugal, logo dando emprego a portugueses, deixando-me assim o direito de mandar bugiar quem critica o desemprego português e usa tretas &quot;not made in Portugal&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A inutilidade de tal rede social (e no geral das redes sociais) é tanta, que questiono-me sobre o excesso do factor &quot;social&quot; que há actualmente, sendo que tudo e todos estão ligados em todo o lado, deixando de ter privacidade e tempo aos poucos, sem o notarem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=IJjzpSojFuWEuVWB3Av5&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B0307b7de/9910807_GQybd.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;325&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, com uma despedida dictatorial de óculos bacanos, goodbye Facebook.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>facebook</category>
  <category>inutilidades</category>
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  <pubDate>Tue, 10 Jan 2012 15:28:43 GMT</pubDate>
  <title>José Mário Branco - FMI</title>
  <author>imber</author>
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  <description>&lt;div&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/_Adp77ivpT8&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot; style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;A Letra/Transcrição na integra em:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;a title=&quot;FMI&quot; href=&quot;https://docs.google.com/open?id=0BylnLhpxtFadZjE3YmNkMTAtMGM5My00YTNjLWE4MDMtYjU4MDcyOTg3ZDcz&quot;&gt;https://docs.google.com/open?id=0BylnLhp&lt;wbr /&gt;xtFadZjE3YmNkMTAtMGM5My00YTNjLWE4MDMtYjU&lt;wbr /&gt;4MDcyOTg3ZDcz&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;a href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=UlHOz7OacGD9Op36HcMg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1407b001/9868971_yw3ck.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;266&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <category>finanças</category>
  <category>portugal</category>
  <category>crise</category>
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  <pubDate>Sat, 31 Dec 2011 12:45:00 GMT</pubDate>
  <title>Do passado para 2012</title>
  <author>imber</author>
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  <description>&lt;p&gt;Não é novidade, o que ouvi-mos e recordamos vai-nos marcando no futuro, próximo em alguns casos e posteriormente esquecido, longo noutros e posteriormente acabando num post de fim de ano de um blog qualquer de um louco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É precisamente o que acontece de seguida: uma lista de citações da vida real, dadas por adultos, jovens, crianças, machos, fêmeas, de músicas, de filmes, de conversas, de caixas de cereais (não, não vai ter de caixas de cereais) que nada têm a ver umas com as outras, mas que se vão encontrar, de seguida, escritas, para que possam ser partilhadas com o mundo ou possam ser por mim visualizadas no futuro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A lista de citações que ninguém quer ler:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Pros don&apos;t chill.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Tudo na vida é como o desporto, tens de treinar para seres bom em algo, e quanto mais treinas, melhor és.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Faz tudo na vida como se alguém te contemplasse&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;A dia são 2 dias, 3 se for ano bissexto.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Look deep into nature, and then you will understand everything better.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Buy land, they&apos;re not making it anymore.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;For the bureaucrat, the world is a mere object to be manipulated by him.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Learn from the masses, and then teach them.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E como citações lamechas (em itálico para parecerem mesmo sérias) em pouca quantidade não faria deste post o pior post de 2011, deixo também uma imagem aleatória do 9gag, retirada num dos últimos dias, mas que realmente demonstra as minhas perspectivas para 2012.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=SsrHMBtUI6fpRyyzulAZ&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;&quot; src=&quot;http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/G0d070fae/9831897_ArQrC.jpeg&quot; alt=&quot;newsyearresolution&quot; width=&quot;336&quot; height=&quot;302&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por acaso, não tencionava que fosse tão inútil, era mesmo para ser um post sobre o ano novo, perspectivas de futuro, do passado, mas não, isso é demasiado lamechas, subjectivo e por tal o ser, não se inclui neste blog, tendo sido substituído por esta verdadeira trampa de post, mas o qual já vai de acordo com as directrizes do memorando da troika, sendo mais quantidade do que qualidade. E não esquecendo, &lt;span style=&quot;text-decoration: underline; color: #ff0000;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Bom Dois Mil E Doze&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://imber.blogs.sapo.pt/3980.html</comments>
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  <category>imbored</category>
  <category>2012</category>
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  <pubDate>Tue, 20 Dec 2011 13:47:21 GMT</pubDate>
  <title>Bristol, oh bristol</title>
  <author>imber</author>
  <link>http://imber.blogs.sapo.pt/3627.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Bristol é conhecida como sendo a cidade mãe do Trip Hop géneros que por lá passem nos ouvidos, logo sendo a mãe da maioria da música que oiço. Sempre fui um apreciador de música, não muito critico devido à minha imaturidade musical, a qual ainda possuo no ouvido esquerdo, mas um amante da musicalidade de todos os géneros (caso estes a possuam), chegando ao cúmulo de tentar perceber e avaliar a existência de sons de bandas como &lt;a title=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=EGNKgah948s&quot; href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=EGNKgah948s&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Whitehouse&lt;/a&gt;, mantendo a sanidade mental após as audições, em parte apoiada pela ausência de vídeos que possam igualar-se aos artistas (cito, não fumar faz bem à carteira, pulmões e ambiente).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre procurei um género ideal para mim, um tipo de música com o qual eu clicasse no Play me fizesse voar de forma sóbria pelos meus pensamentos, e sempre percebi que não seria algo que o Pop comum, ou o Metal conhecido ou pesado fossem preencher. É certo que procurar um género ideal é tão absurdo como procurar a quantidade ideal de roupa sem contabilizar as diferentes temperaturas sazonais, mas eu sabia que havia algo que encontraria e me daria bem com. E foi aí que começou a jornada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde a música clássica, instrumental e melódica ao &lt;a title=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=8RAYlykjQrw&quot; href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=8RAYlykjQrw&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;extratone&lt;/a&gt;, eletrónico e dificilmente percebido, experimentei vários géneros e subgéneros, indiferente da música que tocava nos tops mundiais, que pouco ou nada me interessava dada a sua projeção para vendas, não para a qualidade na maioria dos casos, alternando entre os estilos mais levezinhos e mais pesados, entre eletrónicos e instrumentais, sendo que um misto entre as duas partes era sempre o que me chamava mais a atenção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Erro crato esse de achar que os tops eram músicos não interessantes, programados para vender. Estava certo, era para vender, era para alimentar as massas de compradores sedentos de algo novo que não iam comprar para ouvir por gosto, mas porque era &quot;&lt;em&gt;in&lt;/em&gt;&quot; ouvir... Mas havia lá música que se tinha destacado pela sua qualidade, pela sua sonoridade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Começou a ser provado que a minha teoria/atitude anti mainstream estava errada e começou por Gorillaz. Qualquer um que se lembre dos MTV EMA em Portugal em 2005, lembra-se da sua famosa atuação holográfica, da música que lhes deu fama, o Feel Good, Inc, que, honestamente, atingiram o topo da minha lista pessoal de bandas preferidas e estão para ficar, que, erro crato provado, foram conhecidos, mainstream, mas por mérito, não por serem vendidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/pw8PpYBiDsc&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo erro: Massive Attack. Se alguém já viu House M.D. devia saber que o tema de inicio é retirado da &lt;em&gt;Teardrop&lt;/em&gt; dos Massive Attack, uma música bela. Tal como House M.D. é mais conhecido do que o Joseph Ratzinger em alguns países, Massive Attack, apesar de já bastante conhecidos antes, beneficiaram desse hype. Basta olhar os tops mundiais atualmente, ainda se vai encontrar Massive Attack por lá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/u7K72X4eo_s&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Terceiro erro: Blue Foundation. Já toda a gente percebeu que Twilight e coisas com fadas que gostam de comer arroz de molho pardo sem o arroz são neste momento a febre que dói por dentro só de ouvir o nome, e com ele, as bandas e artistas que compõem a sua banda sonora são também vítimas/beneficiários de um boost de fama, de vendas e de outros benefícios/desvantagens. Não são de Bristol, mas têm uma qualidade também muito boa.&lt;span style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/b7zRjc3ZJi0&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E muitos outros erros foram sendo cometidos, desde Blur a Moby, passando por Transglobal Underground e Thievery C&lt;wbr /&gt;orporation, sendo que em todos eles (ou quase todos sou honesto) já tinha ouvido mixes de outros géneros como Drum n&apos;Bass ou Dubstep, géneros esses que ouvi durante uns anos, quando ainda mantinham a sua origem, sem o mainstream lift que levaram atualmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=VF157aLJ2HHdpgiWq2EQ&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1507fe0e/9764230_5YCOY.jpeg&quot; alt=&quot;Tricky&quot; width=&quot;333&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;andale mono&amp;#39;, times; font-size: x-small;&quot;&gt;Foto: Danny North &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;andale mono&amp;#39;, times; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E a jornada pelo género ideal segue-se, sendo que já posso andar livremente a ouvir música que me eleva o espírito, que gosto e oiço por prazer, considerada por muitos como música para janados, como o caso de Tricky (a quem, com toda a honestidade, cabe a qualidade de janado, mas por uma causa nobre e por uma questão de individualidade), considerada por outros um género ou mesmo (alguns o chamam) subgénero mítico, com um tempo perfeito e de vocais geralmente donos de uma obscuridade fortíssima, mas que para mim, é um género que alia tudo o que gosto dos géneros que mais me cativaram. &lt;span style=&quot;font-family: &amp;#39;andale mono&amp;#39;, times; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>janados</category>
  <category>música</category>
  <category>opinião</category>
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  <pubDate>Mon, 05 Dec 2011 16:06:32 GMT</pubDate>
  <title>Ser Português</title>
  <author>imber</author>
  <link>http://imber.blogs.sapo.pt/3445.html</link>
  <description>&lt;div&gt;Sou português, orgulho-me de o ser, de Portugal, como país, nem que esse seja o pior país do mundo, orgulho-me de ter nascido e vivido anos suficientes em Portugal para me considerar português Sou português, não um neonazista nacionalista e sem cérebro, mas sou português &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Orgulho-me por exemplo da nossa gastronomia (oh grande caldo verde, oh grande toucinho fumado com tudo o resto no cozido à portuguesa, oh grande bacalhau confecionado e 1001 maneiras e feitios), orgulho-me de puder ir à praia no verão e de puder fazer bonecos de neve no inverno, ou mesmo de puder estar numa cidade e viver a noite, ou passear na floresta e no ambiente rural durante o dia. Isso é Portugal, orgulho-me dele, mesmo que pequenino. &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Mas não me orgulho dos pensamentos da generalidade dos portugueses. O português é o ser de bigode, ou chamado Maria, que vive seguindo a lei do desenrasca, fazendo das tripas coração para conseguir fazer algo que, com um pouco mais de pensamento e menos músculo seria feito de outra forma. Mas será? &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Não digo eu. O típico português é aquele que, mesmo com uma taxa de desemprego avultada, com uma crise entre mãos, continua a viver desafogadamente do dinheiro que não possui, tentando seguir para isso o lema do &quot;Ganhar dinheiro sem fazer nada&quot;. &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Não me lembro de ver alguém, adulto e ativo socialmente, a dizer, num exemplo exagerado: &quot;Tens de arranjar um emprego onde trabalhes para o bem da empresa, sendo recompensado pelo teu árduo esforço, dando o teu melhor para a empresa, ajudando assim a ti e aos teus colegas e patrão, bem como à pátria&quot;, no entanto, tenho novamente 1001 lembranças de portugueses a pedir para ganhar o euromilhões em todas as ocasiões em que podiam referir isso (cite-se Natal, Páscoa, Prémios, Questionários sobre a felicidade, similares). Imagino o pai natal, aquele ser real e verídico, a receber milhares de cartas de portugueses adultos, e de menores influenciados pelo pensamento paternal, a pedir o Euromilhões e a chamar-nos vários nomes feios (cite-se Adalfaberto, Esfiurentina, Josefinopaulina, Sócrates) por estar já estafado de ler os pedidos malandros. &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Portanto, o típico português é, na verdade, aquele que quer, ao máximo, usufruir de subsídios, indemnizações, fundos, e todos os outros nomes que possam ser dados a dinheiro e bens que venham para usufruo sem qualquer esforço, já que é isso que o português quer, ganhar dinheiro sem fazer nada, já que é foi e é ainda essa a política social existente em Portugal, muito incomportável &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Portugueses e portuguesas, gostariam de estar 24h por dia a ganhar dinheiro sem fazer nada de útil e que pudesse ser remunerado, sem qualquer utilidade? Se a vossa resposta é positiva, deviam perguntar aos emigrantes que querem trabalhar e não pode, ganhando mesmo assim um subsídio de invalidez no país onde estão (ex: subsídio de invalidez no Luxemburgo dado aos portugueses incapacitados durante o trabalho lá) que dá para pagar desafogadamente as despesas e outros gastos, mas que se sentem inúteis já que não trabalham, logo não têm um sentimento de utilidade social.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Mas enfim, eu compreendo, é que ser-se malandro mas fazer voluntariado, fica bonito e dá uma sensação de utilidade pública, que contrasta com a vossa imagem perante quem, mensalmente ou de outra qualquer forma periódica, desconta para os cofres do estado para que vós possais coçar os tomates enquanto recebem dinheiro e ajudas várias.&lt;/div&gt;
&lt;br&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/1s7AuxpyOw4&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;strong&gt;PS&lt;/strong&gt;: Há um sketch do programa Contemporâneos que retrata bem a aversão dos portugueses ao trabalho, criticando assim de forma leve o pensamento português do &quot;Os imigrantes vêm para aqui tirar-nos o trabalho&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <category>portugal</category>
  <category>pensamentos</category>
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  <pubDate>Thu, 24 Nov 2011 17:55:00 GMT</pubDate>
  <title>Uma questão de tamanho</title>
  <author>imber</author>
  <link>http://imber.blogs.sapo.pt/3133.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Inicialmente, as mentes mais perversas podem pensar que o título leva a um post sobre tamanhos de ... pão, mas enganem-se gulosos devoradores de pão, este post não vai retratar a situação actual do tamanho dos pães portugueses e compará-los com outras culturas e países, fazendo uma ligação entre a temperatura do país e o tamanho do pão. Até porque, há países onde nem se come pão, ou se substitui este por galinha frita, como os EUA.&lt;br /&gt;Mas tem &lt;strong&gt;tartes&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;O McDonald&apos;s é conhecido pelos hambúrgueres, a nível mundial, concorrendo directamente com a Burger King ou o contrário, uma situação monopolista que demonstra que as pessoas estão-se a marimbar se são gordas e não saudáveis, mas se comem rápido e com estilo ou não. Mas além de tal produto, o McDonald&apos;s tem outros, como gelados, cafés, bocados de frango (variando entre pernas de frango fritas e peitos de frango fritos), sopas, saladas e ... &lt;strong&gt;tartes&lt;/strong&gt;. De maçã.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O meu ponto é o seguinte: menos 4 cm&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt; na planificação dos pacotes das batatas seriam o essencial para que nem se notasse a falta de 6 ou 7 batatas e isso ia cobrir a subida dos custos que o McDonald&apos;s tem nas batatas com esta crise, o mesmo se aplica nas bebidas, o mesmo se aplica nos hambúrgueres e similares, o mesmo se aplica...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=NCSIQjsWTt2zrjSWMqFR&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Baa0742a6/9477154_EEkCS.jpeg&quot; alt=&quot;McTarte&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;375&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Outra vez, o meu ponto é ... e nas &lt;strong&gt;tartes&lt;/strong&gt;? As &lt;strong&gt;tartes&lt;/strong&gt; são o produto mais delicioso do McDonalds, com um sabor a maça, bocados de maça e uma textura estaladiça, sempre acompanhados do quentinho que deve ter um pastel. E .. custam 1€. Duas.&lt;br /&gt;É aqui que o post fica triste. Eu, como grande degustador de  &lt;strong&gt;tartes&lt;/strong&gt;, não quero ver (se é que já não reduziram progressivamente num tamanho não identificável à primeira vista) aquelas preciosas &lt;strong&gt;tartes&lt;/strong&gt; a subirem de preço, ou a aumentarem o tamanho. É quase tão custoso dar 1€ como 1,10€, mas a facilidade de ter uma moeda de 1€ no bolso (motivo de marketing da euro poupança) é completamente diferente, dado que são duas moedas. Mas, a tristeza irá assolar todos os que comem &lt;strong&gt;tartes&lt;/strong&gt;, pois quando se aperceberem da redução do tamanho, serão presenteados da mesma tristeza de uma rapariga quando ... percebe que as saias são compridas demais (WAIT WHAT!?!)&lt;br /&gt;Só para dizer, que, habituem-se, é algo normal, vai acontecer que todos esses franchising, essas grandes multinacionais que vendem bem pequenos, comestíveis ou similares, vão adoptar um deles, e, provavelmente reduzir uns cm&apos;s no produto final em benefício da cobertura dos custos todos, oferecendo assim o mesmo preço, mas uma coisa mais pequena (cultura japonesa de coisas pequeninas too much?).&lt;/p&gt;</description>
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  <category>comida</category>
  <category>crise</category>
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  <pubDate>Fri, 14 Oct 2011 16:15:58 GMT</pubDate>
  <title>Leitinho</title>
  <author>imber</author>
  <link>http://imber.blogs.sapo.pt/3032.html</link>
  <description>&lt;div&gt;Expliquem-me um país onde se façam movimentos no Facebook, se marquem manifestações e se despeçam pessoas tudo em nome do leite achocolatado.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;O IVA do leite com chocolate (&quot;achocolatado&quot;, perdão) aumenta, é uma guerra, se alguém gama uns milhões à Caixa Geral de Depósitos pela compra de acções, é normal.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Tudo bem, é perceptível que o descontentamento social seja elevadíssimo por causa destas medidas todas, mas reclamarem por algo como o leite achocolatado é absurdo, dado que têm N de medidas pelo qual reclamarem, ainda assim reclamações inúteis porque eles são o governo e nós somos os ... bebedores de leite achocolatado indignados.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;O leite de vaca, é algo branco, quase natural (tem ali um &quot;quase&quot;), e quando adicionado ao chocolate em pó, torna-se leite achocolatado. Aparentemente Portugal é habitado por uma raça que não percebe que comprar leite e chocolate em pó instantâneo é mais barato do que comprar já essa mistura (no qual a receita aparenta ser muito difícil para os portugueses) feita e protesta pelo preço algo desta mistura.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Imaginem estarem no governo, tentarem perceber qual eram as medidas que tinham suscitado maior descontentamento social e aperceberem-se que mesmo o corte nos subsídios de Natal e Férias era algo baixamente protestado face ao que se reclama pelo leite achocolatado: &quot;Estes eleitores são tolos!&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Por isso, invés de perderem tempo a manifestarem-se na rua pelo leite achocolatado mais barato, tentem produzir um pouco mais, que isso sim, gera riqueza e faz-nos não precisar de mais 30 minutos diários de trabalho.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=JGuB7zEce2mzy64WOy92&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c9.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B450717f9/9283729_690ga.png&quot; alt=&quot;Formula de 6%&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;176&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;UPDATE:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Aparentemente o Iva do Leite com Chocolate (aqui sim, já tudo misturado e tudo preparado num só pacote) vai continuar a ser taxado como um bem de primeira necessidade, a 6%.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Começo portanto a colocar na minha cabeça uma nova classificação para os governos: aqueles que têm tomates para aumentar o iva do leite com chocolate e os que não têm, dado que, Sócrates também foi confrontado com o mesmo problema aquando da aprovação do orçamento de estado para 2011 e lhe faltaram as bolinhas cruciais.&lt;/div&gt;</description>
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  <category>finanças</category>
  <category>portugal</category>
  <category>imbecilidades</category>
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  <pubDate>Fri, 30 Sep 2011 21:56:44 GMT</pubDate>
  <title>livros</title>
  <author>imber</author>
  <link>http://imber.blogs.sapo.pt/2576.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Estou cansado, são horas de dormir para pessoas cansadas e, ainda, de férias, sinto-me impotente face a todo o mundo ser aparentemente mais esperto que eu.&lt;br /&gt;Os livros são eficazes neste caso, resolvem o problema da ignorância e são uma bela companhia.&lt;br /&gt;Lembro-me da minha infância como uma época de ouro: era um miúdo engraçado, loiro, com um cabelo que toda a gente gostava de brincar (confesso que isso era irritante), era demasiado esperto para a minha idade e tinha os pais presentes, tudo o que um miúdo pequeno queria.&lt;br /&gt;No entanto cresci, continuei por algum tempo a ser &quot;O esperto&quot; o &quot;Bonitão&quot; mas que, lá no fundo, sabia que pela minha personalidade de merda ia ser um daqueles rapazes em que a lista de amigos se conta pelos dedos... de uma mão.&lt;br /&gt;Entram novamente os livros. São melhores que amigos, são perfeitos para levar para qualquer lado, dão uma companhia por horas e horas, são uns bons professores, estão disponíveis quando precisamos deles e ainda ... quebram a monotonia da ignorância.&lt;br /&gt;Já os Comme Restus diziam que &quot;as boias são nossos amigos&quot;, por isso digo eu: &quot;Os livros são os nossos amigos.&quot;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>pessoal</category>
  <category>pensamentos</category>
  <category>leituras</category>
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  <pubDate>Fri, 09 Sep 2011 20:14:05 GMT</pubDate>
  <title>afraid</title>
  <author>imber</author>
  <link>http://imber.blogs.sapo.pt/2355.html</link>
  <description>&lt;div&gt;
&lt;p&gt;Sou vítima de mim próprio, do meu ser. O meu maior inimigo sou eu, com toda a minha total incapacidade de raciocínio lógico, com as minhas fraquezas e cismas. O meu maior medo é a minha insanidade sazonal, o meu pior pensamento é pura criação intelectual de um cérebro desprovido de uma alavanca de travão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Penso, logo erro. A não existência de uma meia medida no meu pensamento é criadora dos maiores monstros pessoais e imaginativos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os sentimentos adversos são apenas fruto de uma combustão irracional com cruzamento entre ideias erradas e pensamentos frígidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O meu maior medo é o meu cérebro, esse órgão tão necessário mas profundamente desprovido de funcionalidades quando de ele é esperada uma boa organização ideológica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta desordem emocional que me atinge é de tal modo algo com uma monstruosidade tão grande, que me afecta de forma enraizada o nervos musculares, deixando-me assim sem poder falar, mexer, reagir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenho em mim sonhos e pesadelos, todos frutos da minha existência. Tenho em mim uma pessoa e muitos seres, que sussurram de forma imparável os presságios do futuro, ainda não existente e apenas pela mente criada. Tenho em mim uma insanidade local e temporária que me afecta na integra o funcionamento do racionalismo. Tenho em mim o meu maior perigo, eu.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 07 Sep 2011 15:36:40 GMT</pubDate>
  <title>intelectuais</title>
  <author>imber</author>
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  <description>&lt;div&gt;
&lt;p&gt;Imagino-me como um daqueles intelectuais conhecidos (ou não) que passam horas do seu dia a ler sobre os mais variados assuntos enquanto ouvem música sinfónica e clássica ou apreciam um jazz ou &lt;em&gt;blues&lt;/em&gt; que tanto os alimenta auditivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tendo um gato ao lado, com um nome bastante &lt;em&gt;mainstream&lt;/em&gt; ou de uma qualquer personagem de uma história mais que famosa, de um autor multi-premiado, lêem incessantemente num lugar que para eles é o lugar do lazer, com conforto, paz e calma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenho paz, tenho calma, tenho conforto, tenho esses e muito mais nos mais variados lugares, basta querer, e tornar aquele lugar no &quot;nosso lugar&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenho um gato (na verdade dois) com um nome &lt;em&gt;mainstream&lt;/em&gt;, tenho livros e tenho um candeeiro de secretária com uma luz própria para ler. Será pedir muito que o conhecimento dos livros venha a mim sem os ler? É que são muitos e demasiados para ler e a vontade, apesar de grande, é inferior a outras coisas, como o acto de perder tempo a carregar em teclas na esperança que se formem palavras e posteriormente orações que depois de publicadas na internet ninguém as lerá ou terá algo mais a dizer além de: &quot;Mas que merda é esta?!&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Venho agora do sótão, encontro-me rodeado de 4 livros: um de artes, um sobre o direito no Islão, um sobre o cancro e por fim um romance criminal qualquer. Todos eles aparentam ter as suas 150 páginas no mais fino, 500 no mais grosso e penoso, o do cancro (nunca ninguém disse que seria fácil perceber o, diabólico, cancro). Vejo-me assim no dilema de fornecer à minha mente um alimento simples e mais vocacionado à parte do lazer, a leitura por gosto, ou fornecer uma leitura um pouco mais chata de um assunto que, apesar de me interessar, não será acompanhado de uma música jazz ou de outro género qualquer que seja considerado &quot;catita&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escolho o de artes, acabo o post, desligo o computador, faço festas ao gato que se mantém imóvel e em parte sonolento a olhar de quando a quando para mim, ligo a luz do candeeiro que por ser amarela aparenta precisar de uma substituição para uma lâmpada mais económica e menos poluente, abro o livro e ... oiço a mente a mastigar.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 05 Sep 2011 10:42:19 GMT</pubDate>
  <title>not productive</title>
  <author>imber</author>
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  <description>&lt;div&gt;
&lt;p&gt;Nunca vos aconteceu estarem a olhar para trás no tempo, num passado extremamente recente, e parecer-vos que não foram produtivos nem executaram nada do que tinham previsto fazer? Acontece-me várias vezes, algo que não é bom, não é, obviamente, produtivo. Está-me a acontecer no preciso momento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É estranha esta retrospectiva, olhar para trás e ver que da &quot;To Do List&quot; pouco ou nada foi feito e o fim do tempo para ter tudo pronto, por opção própria, começa a aproximar-se cada vez mais. Deixa-me num misto de leve fúria, ansiedade, irritabilidade e vergonha por mim próprio. E é aí que começam os &lt;em&gt;troubles&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por tal poção de sentimentos, é inevitável que ostente uma face mais ruim, menos compreensiva e mais irritada para com todas as pessoas, especialmente as mais chegadas, dado que são as que têm mais contacto com as vítimas da poção sentimental.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É mau, começasse a perceber que se está a ficar demasiado incompreensível e de certa forma começasse a perder o senso comum, a ficar-se tão irritado consigo próprio que acaba por se tentar isolar, algo que, pode ou não resultar. Na maioria das vezes não.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portanto, e conselho de um desses irritados prestes a tentar fazer algo para mudar isto e passar a sentir-se melhor consigo próprio e fazer os outros mais felizes por falares/estarem connosco: &lt;em&gt;do it, just do it&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ajustar horários é bom, marcar horas, definir prioridades, ordernar as &lt;em&gt;ToDo Lists&lt;/em&gt;, criar um ambiente produtivo à sua volta, tudo isso são pontos a ter em conta quando se está a tentar sair do ciclo de &quot;Não faço, Não gosto, Fico Irritado, Irritado não faço&quot;, é algo que, aglomerando com a vontade de ter as tarefas feitas, é suficiente para que a irritação desapareça, o humor volte ao normal e mais importante, a &lt;em&gt;ToDo List&lt;/em&gt; fique vazia e limpa.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 03 Sep 2011 22:01:32 GMT</pubDate>
  <title>LessSleep</title>
  <author>imber</author>
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  <description>&lt;p&gt;Sempre fui um daqueles rapazes que pouco saía, que vivia muito dentro de casa, aqueles rapazes que outrora, no tempo em que a ditadura ainda era falada como algo acabado recentemente, seriam chamados de estudiosos, que passavam o dia a estudar. Agora somos nerds porque temos computadores e gostam de usar a palavra nerd para todos e mais alguém.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto há algo que mudou ainda mais: horários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É monotonamente aborrecido na minha cabeça darem-se comparações entre os horários de antigamente e os horários modernos, com os jovens a dormir demasiadas horas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É compreensível, estar na cama sabe mesmo bem, no entanto é contra-produtivo, é algo que faz os nossos jovens terem o cérebro bem conservado, mas mais vazio que o normal, com menos conhecimento. Não é regra geral e nem sequer se aplica à maioria, mas acontece.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portanto, motivado pela minha contra-produtividade e pelo sonho de infância de ser um &quot;sabichão&quot;, as minhas horas de sono serão progressivamente reduzidas para 6h diárias, algo que será útil quando assim precisar de horas de estudo, de trabalhos a acumular, de teses a precisarem de serem feitas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É, há algo que explica tudo. Pérolas da net, como vos amo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/ivanoelr/fotos/?uid=JrftrHfu9ausVsIosF8l&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Be907afe1/9224730_zQZun.png&quot; alt=&quot;sleepless&quot; width=&quot;343&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>geraçao</category>
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  <pubDate>Thu, 01 Sep 2011 21:54:42 GMT</pubDate>
  <title>sistema</title>
  <author>imber</author>
  <link>http://imber.blogs.sapo.pt/1364.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Questiono-me sobre este sistema. Este sistema global. Este sistema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este sistema que transformou-nos a nós, simples animais intelectualmente desenvolvidos em clientes de marcas, em vítimas de um modelo pré-desenhado que é feito à imagem dos que o desenharam, para que assim vivamos prontos para servi-los e para os comprar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Somos vítimas de um sistema financeiro que não nos liga nenhuma, apenas vive do nosso dinheiro, não obstante do que pode ou não ser a relação entre a sua margem de lucro e o pouco dinheiro que nós, vítimas desse sistema financeiro-bancário, lá coloca-mos, porque precisamos de guardar o nosso dinheiro. Usufruímos de regalias: usar dinheiro electronicamente, ter o dinheiro disponível sempre que precisamos em todo o mundo, o dinheiro guardado com segurança, registos, entre outras coisas. Mas será mesmo necessário que o nosso dinheiro seja para eles tão valioso quanto a desvalorização da alma e honra humana? Não. Eles dependem de nós, mais do que nós deles. Sem o nosso dinheiro eles seriam inúteis, não existiriam, não seriam bancos, não roubariam. A culpa é nossa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Somos vítimas de uma sociedade de marcas que nos faz uma lavagem cerebral em vários níveis, que nos injecta os seus anúncios e cria em nós o sentimento de necessidade dos seus produtos. Viveria-mos a água e alimentos naturais, não a coca-cola e hamburguês, no entanto é isto que eles, com grande destreza psicológica, nos fazem comprar através de uma hipnose que, individualmente mas para o todo, nos afecta directamente a parte fútil, a parte humana que os animais não têm, felizmente. Somos vítimas desse sistema capitalista e está nas nossas mãos alterar isso, libertarmos-nos do que eles vendem para passar-mos a usar o que nós realmente precisamos, não o que eles querem que nós precisemos. Não pudemos na totalidade, eles bloquearam todas as nossas saídas, ou quase todas. Reside em nós a vontade ou não de mudar-mos isso, com algum custo para nós, mas com grandes resultados para todos. No entanto a culpa é nossa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Está na hora de nos levantarmos contra os que, não como pensam eles, de nós dependem. Está na hora de pegar na única capacidade que faz de nós humanos, o nosso conhecimento e discernimento e escolhermos por nós, revolucionarmos o sistema, molda-lo a ele a nós e não nós a ele. Está na hora de mudar, de mudança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;http://anonops.blogspot.com/&quot; href=&quot;http://anonops.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://anonops.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>luta</category>
  <category>liberdade</category>
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  <guid isPermaLink='true'>http://imber.blogs.sapo.pt/1274.html</guid>
  <pubDate>Tue, 30 Aug 2011 12:57:11 GMT</pubDate>
  <title>francos</title>
  <author>imber</author>
  <link>http://imber.blogs.sapo.pt/1274.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Farto de olhar para &quot;estrangeirismos em francês&quot; e pensar: &quot;Já soube francês. Porra, eu já soube mesmo francês.&quot; e na eminência de ter como segunda opção Línguas e Relações Empresariais eis que decido ir à tenebrosa divisão da casa onde se guardam as memórias mais horripilantes: o escritório dos livros... no sótão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É horrível, os livros realmente falam, contam as histórias antigas dos tempos em que os usava/passeava, dizem que não me lembro deles nem o que leccionam, dizem que ... devo meter mais tabaco para a próxima porque os livros no sótão não falam mesmo nada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Continuando ... dentro daquela divisão, eis que surge o primeiro trivial: O que fazer com os livros? Pegar neles e usa-los para mortalhas depois de cortados cuidadosamente com o tamanho correcto? Dá-los? Vendê-los para que a crise seja menor para os felizardos que conseguirem os livros em segunda mão? (apesar dos riscos, exercícios feitos e opiniões sobre os professores que normalmente acabam em palavras terminadas por -uta ou -ão, tipo &quot;batuta&quot; ou &quot;açafrão&quot;). Não. A solução é simples para alguém que já sente saudades de perceber a &quot;escaganofóbética&quot; língua dos crepes: pegar nos livros, aglomerá-los por anos e estuda-los novamente durante uns dias ou horas, para que &quot;parle&quot; novamente como se fosse um tipo &quot;chics&quot; e bastante &quot;avancés&quot;, ou pareça um dos bacalhoeiros dos portugueses que vêm da França nas férias e exibem o seu rude vocabulário de trolha português em França.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, apesar da dúvida se impor perante a falta de vontade de (com ou sem crepes com cobertura de açúcar) estudar francês, os livros continuam ao meu lado, preparados para serem estudados nas horas vagas, entre o &quot;Você na TV&quot; e os &quot;Morangos com Açúcar&quot;.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>opinião</category>
  <category>línguas</category>
  <category>leituras</category>
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  <pubDate>Mon, 29 Aug 2011 21:01:55 GMT</pubDate>
  <title>respawn</title>
  <author>imber</author>
  <link>http://imber.blogs.sapo.pt/776.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Esse é o momento do FULL FORMAT. E escrevo a maiúsculas porque é mesmo assim que isso acontece na minha estranha cabeça: uma serie de acontecimentos electronicamente místicos que levam ao ponto final, a formatação do computador, novamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nada seria de se achar estranho, inúmeras pessoas fazem disso vida, outras ganham uns trocos com isso, mas eu não quero estar a formatar um sistema operativo que me demorou meses a &quot;apaneleirar&quot;, que está como quero. E depois, há ainda aqueles que são conhecidos como os trolhas da informática, que para qualquer problema dizem: &quot;Formata, isso é vírus, formata.&quot; e isso deixa-me a pensar: &quot;Foi mesmo?&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fico a imaginar a vida do pequeno ser, como se de uma verdadeira e viva criatura se tratasse: tinha vivido para aquele momento, toda a sua vida teria sido levada para aquele momento, o momento em que ele, o pequeno vírus, apenas passava pelo computador, infectando-o ou não, mas tinha lá estado. Depois, vítima de um anti-vírus, o carrasco do mundo deles, é aniquilado automaticamente ou ainda, com mais sofrimento, por uma janela sem sentimentos que apresenta ao utilizador a opção de eliminar ou não a potencial ameaça. É nesse momento que o vírus grita, chora, aprende a rezar a 7 deuses diferentes, em 13 línguas diferentes (2 delas já mortas) para que as suas preces sejam ouvidas e não sejam desfeitos electronicamente sem piedade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São uns pagadores por vezes inocentes, na maioria das vezes não têm culpa, nada fizeram, mas estão lá, à espera de serem activados por um clique, um timer, qualquer coisa, mas nada fizeram e culpam-nos, de forma ignorante, da razão para ser formatado o computador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A todos esses vírus, tenham calma. Eu sei que o vosso avô morreu assim, provavelmente foi porque ganhava dinheiro para vos alimentar, provavelmente foi porque defendia o seu território, mas tenham calma, não comecem já a infectar tudo e todos só por causa disso. E especialmente a mim, que tanto carinho tenho por vocês. Sim, por vocês amigos vírus, eu ainda tenho compatriotas vossos guardados em disquetes, para que nunca sejam eliminados ou destruídos e vivam por lá a sua vida pacata.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De qualquer das formas, tenho pena, demorei uns 12 meses (eu sei, 1 ano) a ter este meu computador todo girinho, com os programas que quero e configurados como quero. Aos poucos ia precisando, ia instalando, ia alterando, ia configurando, e custa, custa deixar assim uma criança já em tempo de escola primária, regredir à maternidade (ou ao parto numa ambulância). Tenho pena.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>vírus</category>
  <category>imbored</category>
  <category>informática</category>
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  <pubDate>Sun, 28 Aug 2011 20:08:40 GMT</pubDate>
  <title>fruta</title>
  <author>imber</author>
  <link>http://imber.blogs.sapo.pt/658.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Digam que &quot;Homem que é homem&quot; não come fruta para o lanche, digam que apenas os larilas é que o fazem. Eu faço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É um fenómeno estranho, porém que existe raramente: começa por se manifestar uma sensação de fome no indivíduo, uma fome estranha porém que não se sacia com comida comum (umas sandes, uma tosta, cereais, etc), é necessário algo mais, algo que dariam ao Popeye (espinafres não entram no 11 titular da minha equipa) e é aí que entra a fruta. Algo tão simples quanto uma peça de fruta, algo que, com a fome certa, é tão ou mais apetecível que uma pizza (toda a gente gosta de pizza, admitam).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E é assim que, no meio de tanta aura negativa em relação à ingestão de frutas em meados do dia, é ingerida uma lata de ananás às rodelas.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>fruta</category>
  <category>imbored</category>
  <category>coisas</category>
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  <pubDate>Fri, 26 Aug 2011 09:17:46 GMT</pubDate>
  <title>chuva</title>
  <author>imber</author>
  <link>http://imber.blogs.sapo.pt/451.html</link>
  <description>&lt;div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- Parte 1 -&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Quando a minha estupidez ataca o mundo real, através de palavras escritas, num modo egocêntrico, no mundo virtual, dá-se o erro de ter escrito porcaria outra vez. Acabou de acontecer e, ao que parece por ter criado este blog, vai acontecer mais vezes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- Parte 2 -&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lamentações são no muro das lamentações, queixas são na caixa de sugestões, e sugestões são ... também lá, no entanto não há dessas maravilhas na vida, por isso escrevo num fundo preto com letras verdes (oh, vá lá ... há que dar um toque &quot;retro&quot;) todas essas patranhas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;- The End -&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p&gt;Kk, thks, bie.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description>
  <comments>http://imber.blogs.sapo.pt/451.html</comments>
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  <category>chuva</category>
  <category>primeiro</category>
  <category>inutilidades</category>
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